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Por que Neymar não para de se lesionar desde que voltou ao Santos

Atacante somou mais de 200 dias afastado dos gramados em 2025, com destaque para uma lesão no menisco que o tirou de boa parte da temporada

Bruno AndradeBruno Andradedo CityTudo

10 de agosto de 2025 · 2 min de leitura

O atacante Neymar em ação por outro clube antes do retorno ao Santos (Foto: Meghdad Madadi/Tasnim News Agency, Wikimedia Commons, CC BY 4.0)

Neymar voltou ao Santos no início de 2025 prometendo reviver a fase de ídolo do clube, mas o retorno esbarrou numa sequência de problemas físicos. Desde a chegada, o atacante perdeu 44 jogos por lesões e rodízios, somando mais de 200 dias fora dos gramados.

A lesão no menisco

O revés mais grave veio com uma lesão no menisco do joelho esquerdo, que chegou a colocar em dúvida sua presença em jogos do Santos ainda em 2025. O tipo de lesão costuma exigir tempo de recuperação mais longo do que contusões musculares simples, e no caso de Neymar se somou a um histórico de problemas físicos que já vinha de outras passagens da carreira.

Um retorno marcado por idas e vindas

Apesar dos contratempos, Neymar reafirmou à diretoria e ao elenco do Santos o desejo de continuar no clube e disputar competições importantes, incluindo a decisão do Campeonato Paulista contra o Palmeiras. A relação entre a vontade de jogar e a resposta do corpo, no entanto, seguiu sendo o principal desafio da temporada.

Reflexos na Seleção Brasileira

As lesões recorrentes também afetaram a disponibilidade de Neymar para a Seleção Brasileira. A CBF chegou a monitorar de perto a situação física do jogador, com prazos de retorno anunciados e revisados conforme a evolução do tratamento, um vaivém que ajudou a manter o nome do atacante constantemente em alta nas buscas ao longo do ano.

Por que isso preocupa tanto

Aos 33 anos, Neymar está numa fase da carreira em que lesões recorrentes pesam mais na recuperação e no rendimento físico. Para o Santos, a expectativa de repetir grandes atuações do passado esbarra na realidade de um atleta que passou a maior parte de 2025 entre departamento médico e reapresentações, o que também alimenta discussões sobre até quando ele conseguirá manter o ritmo de competições de alto nível.

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