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Enem 2026: datas, inscrições e como a IA virou aliada (ou risco) nos estudos

"Enem 2026" lidera as buscas do brasileiro no Google este ano, puxado por dúvidas sobre inscrição, cronograma de estudos e uso de inteligência artificial na preparação

Felipe TanakaFelipe Tanakado CityTudo

17 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Estudante estudando em casa com notebook e material do Enem

Entre os assuntos mais buscados no Google pelo brasileiro em 2026, “Enem 2026” aparece com folga no topo das pesquisas ligadas ao dia a dia. A explicação é simples: milhões de candidatos disputam vaga em universidades públicas e bolsas de faculdades particulares todos os anos, e a maior parte das dúvidas se repete: quando abrem as inscrições, qual o valor da taxa, como funciona a isenção e, cada vez mais, como usar inteligência artificial para estudar sem cair em armadilha.

O que mais se pergunta sobre o Enem

Levantando os padrões de busca mais comuns, a maioria das dúvidas se encaixa em poucos grupos:

  • Quando abrem e fecham as inscrições do Enem 2026
  • Quanto custa a taxa de inscrição e quem tem direito à isenção
  • Como funciona a prova, os dois domingos de aplicação e o tempo de duração
  • Como consultar o local de prova e o cartão de confirmação
  • Como usar a nota do Enem no Sisu, Prouni e Fies

IA nos estudos: aliada com limites

A grande novidade das últimas edições é o uso maciço de ferramentas de inteligência artificial na preparação. Aplicativos de IA generativa passaram a ser usados por estudantes para resumir textos longos, montar cronogramas de revisão e simular redações no modelo do Enem. Professores de cursinho, porém, alertam para um risco recorrente: usar a IA para escrever a redação inteira, o que a banca consegue identificar por padrões de texto genéricos e argumentação rasa, resultando em notas baixas mesmo em textos gramaticalmente corretos.

Grupo de estudantes em sala de cursinho tomando notas Cursinhos populares também vêm incorporando IA como ferramenta de apoio, não de substituição

Como usar a IA a favor da preparação

A recomendação de educadores é usar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, não de substituição:

  • Peça à IA para explicar um conceito de outra forma quando não entender o material didático
  • Use para gerar exercícios extras sobre um tema específico que você ainda não domina
  • Peça feedback estrutural em uma redação já escrita por você mesmo, não o texto pronto
  • Monte cronogramas de revisão espaçada com ajuda da ferramenta, mas cumpra você mesmo

Organização é o que mais pesa

Além da tecnologia, especialistas em preparação para vestibular reforçam que a organização do tempo de estudo continua sendo o fator que mais separa quem avança do que fica pelo caminho, especialmente para quem concilia estudo com trabalho ou outras responsabilidades ao longo do ano letivo.

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