Nova Carteira de Identidade deve passar a valer para viajar a 8 países da América do Sul
CIN deve ser aceita como documento de viagem para Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru a partir de agosto, segundo acordo firmado entre os países do Mercosul
Rafael Monteirodo CityTudo17 de agosto de 2026 · 2 min de leitura

Brasileiros vão poder usar a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento de viagem para entrar em oito países da América do Sul: Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru. A medida foi definida em reunião de ministros do Mercosul e a expectativa é de que a liberação comece a valer a partir de agosto, mas ainda depende de ajustes técnicos e burocráticos nos postos de fronteira, segundo reportagem do Panrotas, e não havia, até a publicação desta matéria, confirmação oficial de que a regra já estivesse em vigor em todos os postos.
O que muda na prática
O acordo do Mercosul dispensa visto para turismo, negócios e trânsito por até 90 dias. Quem ainda usa o RG tradicional precisa de um documento emitido há menos de 10 anos, em bom estado e com a foto visível; a Carteira Nacional de Habilitação com chip eletrônico também é aceita em alguns destinos. A CIN, por padronizar o formato de identificação em todo o território nacional, simplifica esse processo ao eliminar a necessidade de verificar prazo de emissão de RGs estaduais com regras diferentes entre si.
Regra vale para viagens dentro do Mercosul
Por que a mudança importa
Para viajantes frequentes na região, a possibilidade de usar a CIN elimina a necessidade de emitir passaporte apenas para deslocamentos dentro da América do Sul, reduzindo custo e burocracia para viagens de curta duração, especialmente as mais comuns entre brasileiros: Argentina, Uruguai e Chile.
Antes de viajar, vale conferir
Antes de viajar, vale sempre confirmar se existe acordo aplicável ao documento, ao motivo da viagem e ao meio de transporte usado, já que as regras variam por destino. Companhias aéreas e agências de viagem recomendam verificar a exigência específica de cada país diretamente com o consulado ou embaixada antes de comprar passagens, evitando surpresas no momento do embarque ou da imigração.


